domingo, 3 de maio de 2015

Mãe

Hoje é Dia da Mãe. Uma data que visa homenagear todas as mães. Mas uma mãe é mãe todos os dias. A minha é mãe há 30 anos, e minha mãe há 27 (well, 28, uma vez que no Dia da Mãe de 1987 já ela estava grávida de mim :P). E é, diariamente, a melhor mãe do mundo. A maior guerreira que conheço. Um exemplo de mulher, um exemplo de mãe, um exemplo de pessoa. É das pessoas que mais admiro e mais amo no mundo.

Hoje só queria poder abraçar-te. Só queria não estar a tantos quilómetros de distância. Só queria estar aí contigo, a cumprirmos o nosso ritual deste dia: irmos todos almoçar fora (este ano há a tristeza profunda de um lugar estar definitivamente vazio...mas sei que o pai estará sempre connosco...) e depois irmos passear toda a tarde, comer um gelado algures e terminar o dia com uma pizza ao jantar. No Dia da Mãe sabes que não permitimos que cozinhes nem que faças qualquer outra tarefa doméstica. Sabes que este teu dia é para aproveitares, descansares e relaxares. E eu só queria estar aí, para retomar uma tradição na qual não estou presente desde 2008, pelas malditas circunstâncias da vida.

Sou teu filho e isso enche-me de orgulho.
Amo-te mais que tudo.

2 comentários:

  1. O que vale (ou pelo menos eu tento pensar nisso também), é que o longe rapidamente se torna perto :) nada substitui a presença física, mas às vezes, ouvir a voz ao telefone já faz sentir que estamos em casa :)

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    1. Verdade. Mas estar longe dos nossos custa sempre. Mas nestes dias, custa ainda mais.

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