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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Mudar é necessário...

Nunca fui de me dar pela metade - quando gosto, gosto; quando não gosto, não gosto. Sempre levei tudo muito intensamente, sem meios termos. Há quem considere isso uma coisa boa. Há quem considere isso uma coisa má. E eu considero....... Bah, a minha consideração depende dos dias. Ou, neste caso, das fases. Neste momento, estou numa fase em que considero baixo as defesas cedo demais. Já fui mais assim, é certo. Depois em 2010 levei um abanão que me fez perceber que as defesas são necessárias. Só que, aos poucos, a carapaça amoleceu novamente. E agora vejo que foi um erro.

Hoje constato que me exponho demais. E, mais que isso, cedo demais. Quando sinto empatia, deixo-me levar em demasia por esse sentimento e baixo as defesas mais depressa do que deveria.

Mas é com os erros que se aprende. E essa percepção vai ajudar-me a ser mais forte, certamente.

Sem expectativas, sem ilusões, sem esperar muito de ninguém. The new me.

PS - Ainda não considero estar de volta... Mais uma vez, vim só aqui ao tasco beber um copo e ver as vistas ;)

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Repost

Há pouco mais de um ano, escrevi um post que se enquadra perfeitamente no meu estado de espírito actual... E assim surge o primeiro repost deste blog: podem ler esse texto clicando aqui.

PS - Este blog continua em stand-by, até Setembro (ver este post - clicar para abrir)

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Memórias e recordações

Durante os primeiros 20 anos da minha vida, passei grande parte dos meus Verões na zona de Peniche. A minha família tem lá casa e, para além de irmos lá algumas vezes por ano, no Verão havia este ritual. Ia-se alternando, ao longo dos anos, o resto das férias noutros locais (Figueira da Foz, Nazaré, Lisboa, Algarve, zona da Serra da Estrela, etc etc etc), mas Peniche fazia sempre parte das férias de Verão. E que saudades que eu tenho desse ritual... Saudades do entusiasmo nos dias que antecediam as férias, entusiasmo esse que até tirava o sono na véspera. Saudades do entusiasmo da viagem, sempre a cantarolar. Saudades dos amigos que fiz, muitos ainda permanecem. E eu, que odeio despedidas, até tenho saudades daquele nó na garganta na hora de voltar para Coimbra (lembro-me especialmente das viagens de regresso na adolescência: ia calado, a ouvir música no discman, perdido nas recordações dos dias passados por lá).

E tenho umas saudades desses Verões... A despreocupação, a descontracção, o aproveitar de cada segundo... Hoje em dia, os meus Verões são passados a trabalhar (muito, diga-se de passagem). E às vezes bate aquela saudade de outros tempos, de quando a vida era fácil e sem grandes preocupações.

Parte da minha história de vida está ligada a Peniche. Foram muitos anos a ir para lá, muitas recordações que ficaram, muitas pessoas que conheci, muitos bons momentos. Foi lá que começou o meu primeiro namoro, foi lá que saí à noite pela primeira vez, foi lá que comecei a ganhar entusiasmo pelos desportos aquáticos (primeiro o bodyboard, depois o surf), foi lá que aprendi a andar de skate... Enfim, Peniche faz parte de mim.


PS - Este blog continua em stand-by, até Setembro (ver este post - clicar para abrir)

terça-feira, 4 de agosto de 2015

De volta...ou talvez não...

I'm back.

Foram poucos dias, fui em trabalho, mas ainda assim, sair da rotina fez milagres. Consegui afastar a nuvem negra que teimava em acompanhar-me, consegui distanciar-me dos pensamentos menos positivos, consegui relaxar. E, melhor ainda, consegui fazer algo que já não conseguia fazer há quase 5 anos: compor. Numa noite de insónias, escrevi a letra, no dia seguinte fiz o arranjo na guitarra. É, provavelmente, das músicas mais "lamechas" que já fiz, mas serviu de catarse.

Acho que, apesar do cansaço do trabalho, venho revigorado. Mais fresco das ideias, mais calmo (comigo próprio e com o mundo), e mais conformado em aceitar aquilo que não posso mudar. Não canto vitória antes do tempo, porque me conheço e sei que as coisas levam o seu tempo, mas acho que estou a encontrar o caminho certo. Tenho que contrariar esta minha tendência de ficar a marrar na parede ad eternum!

No meio disto tudo, a blogosfera... Antes da minha ida, disse aqui que estava a ponderar a minha continuidade na blogosfera. E assim continuo: a ponderar... Por um lado, sinto-me a perder a pica e a motivação. Por outro lado, escrever é, a par da música e do surf, uma das minhas terapias. E bloggar tornou-se um vício... Só que... Tudo na vida tem um timing, tudo na vida tem um início e um fim, e eu ainda não consegui perceber se esta é a altura certa para pôr um fim ao blog.

Enfim... Enquanto não me decido, vou aparecendo... Com menor regularidade, até porque o mês de Agosto é sempre trabalhoso e a disponibilidade é bastante reduzida. Mas vou dando sinais de vida. Mas uma coisa é certa: enquanto não me sentir motivado, não vou forçar a minha presença aqui. Vou escrevendo sempre que tiver vontade, até poderei dar continuidade às rubricas (até para isto não ficar completamente ao abandono), mas não me vou obrigar a vir "picar o ponto". Por isso, peço desde já desculpa e compreensão por me desleixar da leitura dos vossos blogs, mas acho que preciso mesmo de uma pausa disto.

Posto isto, informo que, a partir de hoje, o blog vai estar em stand-by, pelo menos até Setembro.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Para ser um bom par, primeiro tens de ser bom ímpar

Pergunto-me: que paixão é esta? Que me consome... Que me domina... Que me desgasta... Que me sufoca... Que me aperta o coração... Que me tira as forças...

Não sei. Nunca o soube. E continuarei sem saber. Nem tudo na vida é explicável, nem tudo na vida segue um raciocínio, nem tudo na vida tem lógica. Há coisas que acontecem sem que saibamos como ou porquê. Às vezes é só porque sim, às vezes é só porque não... Bicho estranho, o coração... É um bicho com vontade própria e difícil de contrariar...

Um ano... Um ano é muito tempo. Demasiado tempo, até. Demasiado tempo para se ser refém de um sentimento que não tem pernas para andar. Odeio estar nesta apatia, nesta descrença, nesta inquietude.

No meio disto tudo, o que mais me irrita é a psicologia do costume: "precisas é de uma gaja", "tenho uma amiga que ias gostar de conhecer", e por aí fora. Minha gente, eu preciso é de sossego. E esquecer alguém com outro alguém é tão mas tão errado: normalmente não resulta, e, por acréscimo, traz uma carrada de danos colaterais (por exemplo, acabas por magoar alguém que não merece). Não, recuso-me a cometer esse erro outra vez! A pressa é inimiga da perfeição, o tempo acaba por cicatrizar tudo... Neste momento, dispenso ralações relações. Obviamente terei os meus momentos de maior carência, e aí um gajo resolve: um caso, uma amizade colorida, um one night stand, o que for. Mas namorar? Naaaa... Neste momento, não estou para aí virado, só quando der aquele click a sério... Como diz a música "Antigamente" do DNG (clicar para ouvir), "antigamente apaixonava-me por gostarem de mim, hoje se me apaixonar deito um foguete por ti". É por aí...

A vida seguirá o seu rumo, como sempre. Mais tarde ou mais cedo, a vida continua. E eu aprendi que de nada valem as pressas - nesse aspecto, acho que tenho vindo a amadurecer, acho que estou mais tranquilo. Aprendi a aceitar que as coisas acontecem a seu tempo e que às vezes é mais difícil esquecer alguém, mas que o tempo há-de curar tudo. 

Mas aprendi algo mais importante ainda: antes de ser um bom par, há que ser bom ímpar. A solteirice não é uma maldição! A solteirice tem tantas coisas boas... Estou descomprometido há mais de 1 ano, e se chegar descomprometido ao final de 2015 será um "recorde" absoluto: um ano civil completo sem ter namorada. E, à parte do coração partido, tem sido bom estar na minha própria companhia. Estou a aprender a ser um bom ímpar, para na próxima vez ser um melhor par. Tenho cada vez menos pressa, tenho cada vez menos ansiedade. Acho que estou no caminho certo. Só falta conseguir desapaixonar-me...

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Voltar com ex

Desculpem a comparação escatológica, mas eu considero que, na grande maioria dos casos, voltar com uma/um ex-namorada/o é igual a vomitarmos e comermos o nosso próprio vomitado. A visão não é bonita, pois não? Nas relações também não! Se a coisa não correu bem à primeira, também não acredito que corra bem à segunda. Acho que tudo na vida tem um tempo certo, e as coisas acontecem porque em determinada altura havia predisposição para tal. Mas a verdade é que muitas vezes apanhamos os comboios errados. Então porque é que havemos de insistir nesses comboios?

Eu só acredito que, eventualmente, possam existir segundas oportunidades nas relações quando elas não acabam nem por falta de amor, nem por faltas de respeito (traições, mentiras, insultos, violência, etc), nem por estar a correr mal. Porque sim, há relações que acabam por circunstâncias da vida (distância, por exemplo)... E eu que o diga, porque já passei por isso. Foi uma relação que, em primeira instância (e digo isto porque, depois de acabarmos, a coisa descambou), não acabou por falta de sentimento (éramos doidos um pelo outro) nem por faltas de respeito (é das poucas ex por quem eu sou capaz de meter as mãos no fogo em como nunca me traiu e nunca seria capaz de o fazer - porque lhe reconheço carácter!). Uma relação que acabe por circunstâncias da vida, à partida não acaba mal. E por isso, aí sim pode haver margem para uma segunda tentativa, se o sentimento perdurar no tempo. Mas estes casos são raros, raríssimos. Arrisco-me a dizer que voltar com uma/um ex é, em 95% dos casos, cometer um grande erro (muitas vezes, até é cometer o mesmo erro pela segunda vez).

Mas não podemos escamotear o facto de o amor nos cegar... Quantas vezes já travámos batalhas entre o coração e a razão? Há sempre aquele momento em que a cabeça nos diz "isto é tão errado!" e nós fazemos orelhas moucas a esse aviso... Por isso é que já (quase) todos demos por nós a lutar por uma relação que já estava mais que morta e enterrada, mas na qual nós insistíamos numa reconciliação. Não tenho problemas nenhuns em admitir que já o fiz. Porque, como já disse aqui no blog, eu tenho um sério problema com desistências: odeio a frustração de ter que admitir que está na altura de baixar os braços. E deixava-me cegar pelos sentimentos. Hoje, olho para trás, para todo o meu percurso amoroso, e, de cabeça fria, reconheço que essas lutas não valiam a pena, já estavam num ponto de não retorno.

Por isso, se hoje me perguntarem se eu seria capaz de voltar com alguma ex, digo peremptoriamente que não. Com nenhuma. Motivo número 1, comum a todas elas: já não estou apaixonado por nenhuma, portanto não havendo sentimento também não há motivo para andar a arrastar fantasmas do passado. E depois, porque hoje sei que nenhuma delas era "a tal". Houve uma que talvez tenha andado perto de o ser, e daí ter andado 2 anos a lutar para voltarmos (a tal de que falei atrás, da relação que acabou por circunstâncias da vida). Mas hoje, a frio, sei que seria um erro. Como dizem os Xutos, "o que foi, não volta a ser". Nunca seria igual. E como deixámos de fazer parte da vida um do outro, perdeu-se toda a amizade e cumplicidade que se tinha. Se nos voltássemos a cruzar agora, seríamos dois perfeitos desconhecidos, porque já passou muito tempo e as nossas vidas foram seguindo o seu caminho.

Concluindo... Ao longo da minha vida, fui aprendendo a reter esta lição: não há nada que justifique ficar preso ao passado. Claro que todas as relações passam por um período de luto, que é normal e saudável, mas há que seguir em frente. Se não resultou, é porque aquela pessoa não era a pessoa certa para nós. E como tal, temos que alargar horizontes para que haja espaço para a pessoa certa surgir.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Pela boca morre o peixe...

Oh, as incongruências da vida...
Quem nunca disse a mítica frase "não volto a sofrer por ninguém" aquando um desgosto amoroso? Pois que é só apaixonarmo-nos novamente e lá temos que engolir essas palavrinhas... 

Shame on me: eu sei que a culpa é minha, que me torturo à toa - no fundo, acho que faz parte do meu processo pessoal de recuperação, antes de ultrapassar acabo sempre por ter que passar primeiro por esta fase... No fundo, esta é a fase das saudades. A fase em que se põe em causa se a decisão tomada foi a mais correcta ou a mais errada possível. A fase em que tão depressa se pega no telemóvel por impulso do coração, como se atira o telemóvel para cima da mesa/cama/whatever por impulso da cabeça. A fase em que, ao bater a saudade, se tenta atenuá-la com registos do passado, com aquilo que te fez apaixonar - só que é fodido, porque acabas por te apaixonar mais um bocadinho: consegues achar ainda mais piada às piadas, ficas ainda mais derretido com as picardias, e por aí fora... 

Enfim, enquanto não desligo o chip, ando aqui em loop emocional... Isto só me faz mal, eu sei. Mas eu não sei ser de outra forma, não sei não ser intenso, não sei "gostar mais-ou-menos" nem "gostar assim-assim"... Quando gosto, gosto com tudo, gosto com as entranhas, gosto como se hoje fosse o último dia da minha vida. E demoro a desligar o chip... Demoro a conformar-me: como é que já fomos tanto (mas não tanto como eu desejaria), e hoje somos tão pouco (ou tão nada)? Como é que nos perdemos (em termos de cumplicidade) tão depressa e, à partida, sem motivo aparente? Dou por mim a desejar nunca ter aberto a boca, nunca ter dito o que sentia... Preferia contentar-me com "pouco", do que agora não ter nada.

Acho que ela nem consegue imaginar o bem que me fazia. A sensação de leveza, de bem-estar, de tranquilidade, ... Isto vai soar estúpido, provavelmente, porque nunca houve nada para além de uma grande amizade e cumplicidade diária, mas naqueles 4/5 meses antes de tudo começar a desmoronar, eu senti-me feliz como já não me sentia há muito tempo. Houve, de facto, uma empatia, uma cumplicidade, uma partilha diária... Só me tinha sentido tão ligado a alguém uma vez na vida, e pensei que desta vez pudesse ser "for real", uma vez que foi até mais imediato. Foi um click diferente... Será mesmo que fui eu a ver os sinais errados? Ou será que quando eu abri o jogo, os medos levaram ao recuo? Não sei, não consegui respostas a todas as minhas dúvidas. Mas, desculpa, não me convenço que quem me trata por "crushzinho" durante meses depois diga "só te vejo como amigo". Ou então sou eu que sou um tipo estranho, por não tratar assim as minhas amigas, partindo do princípio que não sinto rigorosamente nada por elas...

Por outro lado, não quero focar-me nisso. Não agora. Prefiro mentalizar-me que nunca tive hipóteses. Porque se fico a achar que tive 1% que fosse de hipótese (em determinada altura - Verão passado), vou sentir-me desiludido... Desiludido por isso não ter sido admitido, e desiludido por se ter preferido ignorar do que tentar - ou pelo menos, deixar fluir. E como não quero sentir desilusão, não quero pensar nisso. Prefiro sentir-me grato por me ter sentido realmente vivo naqueles meses.

Há muito tempo que ninguém conseguia atingir-me desta forma... Tão cá no fundo, com tanta força. Depois da minha fase "fundo do poço", ergui muitos muros à minha volta, muitas defesas. E ela conseguiu derrubá-las todas, uma a uma... Confiava ela como já não confiava em alguém há muito tempo. Com ela, era completamente eu próprio, com as minhas forças e com as minhas fragilidades, com as minhas qualidades e com os meus defeitos, com tudo aquilo que eu sou. Se calhar não fui suficiente. Se calhar não lhe chego. Se calhar ela precisa de mais. E é por isso que eu tenho que ser mais teimoso que o coração e tenho que ultrapassar isto. Saio com a consciência tranquila... Nem sempre fui assertivo, nem sempre fiz o mais correcto, nem sempre agi bem. Mas fui o melhor que pude naquele momento (nunca nos podemos dissociar das circunstâncias, e a verdade é que este 2015 tem sido durinho). Fui genuíno, fui sincero e fui à luta. E, para mim, isto é o mais importante.


PS - Esta segunda-feira, não há a rubrica "BSO da Semana"... O meu espírito não está muito musical...

sábado, 18 de julho de 2015

É o que dá hoje ter tido ao colo uma criança de meia dúzia de meses...

No meio de tudo o que faço bem, ou que possa vir a fazer bem no futuro, acho que aquilo em que poderei ser melhor é ser pai... A sério, acho que, por muito bom que algum dia possa ser em alguma coisa, o melhor que serei é pai. Tenho, desde sempre, essa vontade. Mas tenho noção de dois momentos na minha vida que aguçaram mais essa vontade: quando estive para ser pai, e depois quando estive numa relação em que este era um desejo muito grande (e acho que só não sucumbimos à vontade porque ela estava na Universidade - eu já trabalhava - e o bom-senso sobrepôs-se). Desde então, o bichinho de ser pai foi ficando cada vez mais forte.

Será, muito provavelmente, a minha maior realização pessoal, quando acontecer.

Mas, ainda assim, tenho os meus receios... E se eu falhar? E se eu não for um pai paciente e atento? E se eu não souber educar? E se eu não souber brincar? E se eu não estiver lá nos momentos mais importantes das vidas dos meus filhos? Tenho medo de falhar como pai... Mas sei que, quando acontecer, vou dar o meu melhor. E os meus filhos passarão a ser a minha grande prioridade.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Odeio...

...sentir saudades.
Problema: sou um saudosista do pior...
Ora foda-se...

Há 1 ano atrás, estava bem melhor... Mais vivo, pelo menos... E que saudades de me sentir vivo...

"Eu gosto de ti. Gosto da pessoa que és. E gosto do que me fazes sentir. E isso já é priceless. Mútuo ou não, isto já ninguém me tira. O sentimento de leveza, a sensação de facilmente um dia mau não parecer tão mau assim depois das nossas "picardias" que me sacam sempre um sorriso. Eu gosto de ti e gosto do que sou contigo. E gosto do que quero ser contigo. Gosto de querer ser melhor, gosto de querer ser menos idiota, gosto da força que me ajudas a sentir. Há tanto que eu te poderia dizer e que tenho medo de fazer... Demasiado medo... Porque tudo isto é demasiado bom, o que aumenta o receio de dar um passo em falso e estragar tudo. Mas há uma coisa que posso dizer: obrigado. Assim, sem mais nada. Obrigado por tudo isto que sem querer me causas. Obrigado pelo bem que me fazes mesmo sem saberes. Obrigado, apenas. O que me está a acontecer, já ninguém me tira. E isso já é priceless." - Agosto 2014, do "crushzinho" para a "crushzinha"

Aquele sentimento que surgiu sabe-se lá de onde, da forma mais improvável do mundo...
Mesmo que possa ter sido apenas "ilusão de óptica", continuo a achar que valeu a pena... Valeu a pena a proximidade e a cumplicidade, ainda que momentâneas... Se calhar fui com demasiada sede ao pote, se calhar dei um passo maior que a perna, se calhar... Mas não me vou martirizar mais com "se's"... Ainda ontem alguém me disse "ainda? esse capítulo está difícil de ter fim"... É, está mesmo... É fodido quando vês em alguém tudo aquilo que queres, quando encontras alguém que te facto faria de ti uma pessoa melhor, mas depois não és correspondido - e, pior, para sempre ficam as dúvidas se naquele momento, há 1 ano atrás, não eras nem 1% correspondido: em alguns momentos, faltaram as respostas... Enfim... Gotta move on...

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Festivais de Verão

Todos os anos, o mesmo sentimento: uma imensa dor no coração, que normalmente dura o Verão todo. Ainda não me consegui habituar verdadeiramente à ideia de perder sistematicamente os concertos que mais gostaria de ver, por estar tão longe. Lembro-me que a primeira grande facada no coração foi em 2008, meses depois de ter deixado o continente... Muse, The Offspring e Linkin Park no Rock in Rio. Três das minhas bandas preferidas de sempre. A actuarem no mesmo dia. Epá, que dor... Acho que só me faltou chorar em frente à TV, a ver a transmissão pela Radical.

Esse cenário repete-se todos os anos, mais que uma vez por ano. Sou ecléctico no que toca à música, oiço de tudo um pouco. Tanto me custa perder um concerto de Jack Johnson, como me dói perder um concerto de Linkin Park, como me dói perder um concerto de Ben Harper, como me dói perder um concerto de Arctic Monkeys, e por aí fora. Sou, acima de tudo, um apreciador de música. E tendo em conta que há vários festivais e vários géneros musicais associados aos mesmos, todos os anos fica a ecoar na minha cabeça a pergunta "porque é que eu não sou rico, para conseguir ver todos os concertos que gostaria?!".

No meio disto tudo, acabo por atenuar a dor com as transmissões (via TV ou online) dos diversos festivais. Já fiz muitas noitadas e directas até a assistir aos streamings, não só de festivais nacionais como também de festivais internacionais (e quando não consigo assistir em directo, faço questão de ver depois os concertos que me interessam). Oh, bendita Internet! Claro que não é a mesma coisa... Mas sempre é melhor do que nada, certo? Entendo que algumas pessoas encarem isso como tortura. Mas hoje em dia, acho que nos podemos considerar sortudos por ter acesso tão facilitado à música em geral e aos concertos em particular. Há 20 ou 30 anos atrás, os festivais em Portugal eram escassos e com poucos nomes sonantes. Eram um nicho de mercado! Actualmente, temos muitos festivais e diversificados. E não podendo ver ao vivo, prefiro ter acesso às transmissões do que não ter nada e ficar "a chorar" por não conseguir ver como são as bandas em palco (a verdadeira qualidade de um músico vê-se em palco, defendo essa ideia).

Isto tudo para dizer que hoje e nos próximos 2 dias, vou tentar acompanhar (o máximo que me for possível, em termos de disponibilidade) o NOS Alive. Já vi um bocadinho de Young Fathers, vi James Bay, fui dando uma vista de olhos a Alt-J e irei ver Muse não tarda - e pelo meio, ainda vi a actuação de stand-up do Diogo Faro. Tenho pena que Ben Harper não tenha sido transmitido, mas nem todos os músicos autorizam a transmissão - por exemplo, ainda não há confirmação de Sheppard, Mumford & Sons e Prodigy para esta sexta-feira, nem de Disclosure e Sam Smith no sábado...

A quem se quiser juntar ao grupo "Merda, quem me dera estar lá!", sigam estes links - é só clicar para abrir:
(Nota: o concerto de Muse vai ser transmitido dentro de minutos, não só online, mas também na RTP)

EDIT (01h50) - Um grande, grande, grande concerto de Muse. Brutal! Nunca os vi ao vivo, é certo, mas já vi pelo menos uma meia dúzia de streams em directo. E o concerto de hoje entra no top! Muito power, boa interacção com o público, sempre a dar o máximo. Excelente! Posso dizer que cá em casa estávamos 4 pessoas (somos 5 cá em casa, mas um dos colegas não liga muito a Muse) a curtir ao máximo - por momentos, ainda me passou pela cabeça que algum vizinho chamasse a polícia :P o concerto só pecou, a meu ver, por ser curto... Uma banda como Muse, sendo cabeça-de-cartaz num festival... Hora e meia de concerto acho manifestamente pouco, para uma banda com 20 anos e muitos sucessos na sua caminhada... Ah, e não posso perdoar não terem tocado a "Undisclosed Desires" :P

PS - Não tem a ver com festivais, mas sim com concertos em nome próprio... A maior dor no coração que já tive a esse nível, foi em 2012... Os Blink-182 são, provavelmente, a minha banda preferida ever. Viciei neles no final dos anos 90, através do meu irmão mais velho, e foram a banda que mais marcou a minha adolescência e que me continuou a marcar depois disso. Mas, em 20 anos de carreira, nunca tinham vindo a Portugal... No início de 2012, anunciou-se que viriam tocar a Portugal, ao MEO Arena. Entrei em êxtase, e logo na semana em que os bilhetes foram postos à venda, eu tratei de comprar o meu... Mais por descargo de consciência que outra coisa: o concerto seria em Julho e as probabilidades de eu conseguir ir a Lisboa eram quase nulas... E assim foi: perdi o único concerto em Portugal da minha banda preferida...

quinta-feira, 9 de julho de 2015

"Agora eu fiquei doce, doce, doce, doce" :P

Estou a servir de pitéu para mosquitos, melgas e bicharadas semelhantes... "Deslarguem-me", suas putas!
Eu sei que tenho o sangue doce, mas não sejam lambonas pá, eu chego para o Verão inteiro! Por isso, posso pedir-vos encarecidamente que abandonem o banquete por um bocado, que eu já estou todo picado? Obrigadinhos!

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Trintonas (e trintinhas)

Por acasos da vida, só tive uma ex que era exactamente da minha idade e outra que era mais velha que eu (3 anos). De resto, curiosamente (e nunca tendo sido requisito ou algo minimamente pensado sequer) eram mais novas que eu, 1 ou 2 anos. E, não querendo ferir susceptibilidades (até porque muitas vezes a maturidade pouco tem a ver com a idade - conheço pessoas de 30 ou mais anos que são autênticas crianças), acho que me fartei de "pitices".

Mais uma vez, refiro que não quero ferir susceptibilidades, até porque já todos passámos pela fase de putos e pitas... Faz parte da vida. Só que também faz parte da vida evoluir, querer mais, encarar as coisas com mais seriedade e maturidade. E eu, aos 28 anos, estou numa fase da vida em que dou por mim a admirar as mulheres que já estão nos 30 (acho que não é por acaso que a minha última paixão foi por uma trintona, e o meu último caso foi com uma trintona). E porquê? Porque as trintonas têm um encanto diferente...

Uma mulher nos 30 é diferente. Já tem outra maturidade, outras responsabilidades, outras formas de encarar a vida. As conversas são diferentes... Já não atura bullshits... Já não se deixa levar por paleios fáceis e engates de discoteca... E até sexualmente são diferentes: uma mulher acima dos 30 é mais confiante, tem outra postura no sexo, tem mais confiança e à-vontade no seu corpo, já se aceitou como é e já não tem aquelas inseguranças, já sabe o que quer, já sabe o que gosta. E tudo isso dá-lhe mais charme, torna-a mais atraente (física e intelectualmente). Não há nada mais cativante do que uma mulher que sabe o que quer! Gosto de mulheres com atitude, com personalidade, decididas!

Acho que já perdi a paciência para "miúdas", para "pitas"... Há toda uma falta de maturidade que é aceitável até certa altura, mas que a partir dos 23/24 deixa de o ser!

domingo, 5 de julho de 2015

Diálogos de madrugada...

Rita - "Pessoa X" é muito injusta contigo.
Roger - Não és a primeira pessoa a dizê-lo...

Já há uns tempos alguém me tinha dito coisas como "o comportamento de 'Pessoa X' para contigo é parvo", ou "acho que estás a ser muito paciente, o que faz com que 'Pessoa X' ainda abuse mais", etc. O que me faz concluir que, se calhar, às vezes dou demasiadas oportunidades a quem não as merece. Serve de abre-olhos...

Como disse a Rita, neste mesmo diálogo de madrugada, "olha, foda-se para tudo".

sexta-feira, 3 de julho de 2015

A ironia suprema

Eu, um loser no que às relações amorosas diz respeito, a servir de conselheiro amoroso :P
É bem irónico, de facto :P
Contudo, não deixa de ser um bom sinal: é sinal que, apesar de não ter grande sorte nesse campo, ainda me são reconhecidos discernimento e bom-senso para poder opinar :P

Se os conselhos fossem realmente bons e valiosos, não se davam, vendiam-se. Mas acima de tudo, acho que as pessoas devem seguir aquilo que sentem, aquilo que acham que é o mais correcto. Não há verdades absolutas no amor, e não há opiniões certas nem erradas, há opiniões diferentes. Depois, as verdadeiras decisões e convicções cabem a cada um...

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Fins de ciclo

Ser-se adulto, crescer, amadurecer, também é aprender a perceber quando é a altura de soltar as amarras. É ter o discernimento de perceber que há que avançar, há que evoluir, há que seguir em frente. Esse discernimento faltou-me em vários momentos da minha vida - tenho muita dificuldade em desistir. A palavra, só por si, já me faz comichão: desistir soa tanto a "you're such a fuckin' loser", soa a falhado... E além disso, odeio ter de reconhecer que não há luta que me possa valer em determinadas ocasiões, porque o desfecho será sempre o mesmo.

Com o passar dos anos, tenho vindo a encarar isso de outra forma... Desistir também pode ser um acto de inteligência em algumas situações. É conseguir perceber que há coisas na vida que estão fora do nosso controlo. Acima de tudo, acho que tenho cada vez mais um maior conhecimento de mim mesmo, do que me faz bem e do que me faz mal - e quando algo começa a fazer-me mal, soam os alarmes de "move on, dude".

A minha fase "fundo do poço" entre 2010 e 2012 foi má, mas trouxe boas lições. Entre outras coisas, ensinou-me a desprender-me. Ensinou-me a discernir quando é que devo pôr um travão a mim mesmo. Ensinou-me a ser capaz de fechar ciclos.

Ainda demoro a perceber os timings das coisas: nem sempre consigo fechar os ciclos nas alturas mais correctas. E também nem sempre consigo fazê-lo da melhor forma. Mas consigo, cada vez mais, obrigar-me a não ignorar a racionalidade.

Fechar um ciclo é sempre duro. Deixa sempre um amargo de boca. Deixa sempre aquela ténue ideia que poderia ter sido tudo diferente. Qual é a motivação, então? É pensar que nada acontece por acaso e que, se as coisas tiveram um desfecho negativo, é porque o futuro há-de reservar coisas melhores. É nisso que quero acreditar, é nisso que me forço a acreditar. Dizem que depois da tempestade, vem a bonança. E eu quero acreditar que depois das lágrimas, vêm os sorrisos. Há coisas que não são meant to be, e ter essa noção ajuda-me a ter a certeza que fechar o ciclo é a melhor solução.

Fim-de-semana emocionalmente complicado, mas que terminou com a certeza que este é o caminho certo.

A 15 de Novembro de 2011, no antigo blog, escrevi isto (noutro contexto, mas adequa-se): "Por muito que me doa, por muito que me custe, por muitas lágrimas que derrame... Desisto... Um homem tem que saber quando deve desistir... E desistir depois de tentar não é vergonha... Vergonha é a cobardia de desistir sem sequer tentar, sem sequer lutar... Cobardia é virar a cara à luta. E aí estou de consciência tranquila."

sábado, 13 de junho de 2015

Sentimentos e distâncias

Juro que não fui eu que escrevi isto (clicar para abrir) - até porque a distância é sempre bastante superior a 300 km. Mas podia ter sido eu, em vários momentos da minha vida. Em linhas gerais, isto é, pela essência do post, podia ter sido eu a escrever isto...

Já uma vez referi aqui no blog que tenho queda para "impossíveis". E esses "impossíveis" têm quase sempre um denominador comum: a distância. Mesmo quando essa distância não era tão grande como agora: a minha grande paixão da adolescência vivia a 200 km de distância e eu mudei a minha vida toda por ela (aos 15/16 anos!!! sou louco, eu sei...)... Infelizmente, ou eu sou demasiado romântico ou "elas" (mulheres no geral) são demasiado pragmáticas - trocando por miúdos, a distância é vista como um obstáculo e poucas são as mulheres que o tentam ultrapassar (ou então é porque os sentimentos não são assim tão fortes, também é verdade).

Sabem... Acho que custa mais quando desistem de nós por motivos que nada têm a ver com a nossa personalidade. Ou seja, se desistem de mim por algum erro que eu cometo ou por algum traço de personalidade que eu tenho, é uma lição para o futuro: é um defeito que tento moldar. Mas desistirem de mim por algo que foge do meu controlo e que nada têm a ver com a minha personalidade (e que, portanto, não faz alguém gostar mais ou menos de mim), isso é que dói para carago...

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Só que...não!

Quando o meu horário de trabalho começa a uma determinada hora (nota: não tenho horários fixos), há uma moça muito bem apessoada (:P) com quem me cruzo na rua de há uns meses a esta parte. Àquela hora, cruzamo-nos sempre! E a miúda é de tirar a respiração a um gajo... Claramente no top 10 das mulheres mais bonitas que já vi na vida. Terá entre 25 a 30 anos (nota: sou péssimo a adivinhar idades, mas julgo que andará algures nesse intervalo etário), alta, loira, olhos claros (verdes ou azuis, dunno), sorriso lindo, e com um corpo "balha-me Deus". Concluindo: a miúda é absolutamente linda! É impossível não reparar nela!

Pois que esta quinta-feira, aqui o je foi almoçar a uma hora tardia - o que não é raro de todo - e, surpresa das surpresas, eis que, passado um pouco, na mesa ao lado senta-se a tal moça acompanhada de uma amiga. E... Desilusão... A moça é linda, de facto, mas de boca fechada (vá, cuidado com as interpretações ahahah). Sendo uma hora de menor movimento na restauração, a conversa acabava por ser audível, e fez-me perder o interesse naquele pedaço de mulher... Toda uma postura de "sou a rainha do pedaço, sou a última Coca-Cola no deserto, todos os homens me querem", aliada a um discurso do mais fútil que já ouvi nos últimos tempos... Epá, esquece... Comigo, não dá. O pacote físico pode ser do mais fantástico que há, mas se o cérebro e a personalidade não condizem, é um turn-off absoluto... Preferia continuar na ilusão, sinceramente :P

É caso para dizer: podíamos ser tão felizes, tu e eu... só que não!

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Deixem as crianças serem, simplesmente, crianças...

Faz-me uma confusão do carago ver pais que não deixam as crianças serem crianças... Ai Jesus, tens uma negra na perna. Ai Jesus, tens um arranhão no braço. Ai Jesus, tens a roupa toda suja. Ai Jesus...

Claro que eu não desejo que os meus futuros filhos partam a cabeça, o braço ou a perna. Quando for pai, quero que os meus filhos sejam saudáveis e que estejam sempre bem. E, tendo a certeza que serei um pai galo, sei que me vai custar vê-los magoados, com dores, doentes. Porque um pai quer sempre o melhor para os seus filhos. Mas o melhor para eles também é aprenderem a explorar o mundo. Também é deixá-los correr e saltar. Também é deixá-los brincar nas poças de água. Também é deixá-los rebolarem na areia da praia tipo croquete. Também é deixá-los lambuzarem-se todos a comer um gelado. Também é deixá-los ser crianças.

É na infância que se estimula a criatividade e a curiosidade. Quero que os meus futuros filhos cresçam a explorar o mundo que os rodeia, sem a preocupação da roupa que fica suja ou rasgada. As crianças não vivem em cativeiro! É importante que eles conheçam a natureza e que tenham o prazer de brincar.

Quero que os meus futuros filhos sejam assim - felizes, com a mais simples das brincadeiras:


quinta-feira, 21 de maio de 2015

Mudança de rumo em 3, 2, 1 ...

Estava decidido a dar o tudo por tudo. Arriscar tudo, sabendo que corria o risco de ficar sem nada. Queria acabar com os "e se...?" que tanta comichão me fazem - desculpem, mas não sei viver na incerteza. Era o tudo ou nada. Era meter a carne toda no assador.

Só que depois... Bem, depois caí na real... E percebi que a cartada do tudo ou nada já tinha sido jogada. E meti na cabeça que, na realidade, foi uma batalha perdida - aliás, a bem da verdade, foi uma batalha que nunca me foi permitido travar, no fundo. Percebi que estava a colocar expectativas em algo que já está clarinho como a água.

E agora? Agora, é bola p'ra frente. Bota a assar que é churrasco. Siga p'ra bingo. Não me vou desgastar mais nisto. Porque eu sou mais coração que razão, mas há alturas em que - felizmente - consigo que a cabeça se imponha.

EDIT (23h) - Tenho esta estúpida mania de precisar de escrever antes de fechar ciclos. De precisar de me despir em palavras antes de encerrar capítulos. De precisar de me libertar de tudo o que sinto. Uma hora e meia dúzia de lágrimas teimosas depois, está fechado. Dói para caralho, mas o que tem de ser, tem muita força. E agora, como dizem os futebolistas, é levantar a cabeça, e encarar novas aventuras e novos horizontes.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Começo a achar que isto é um presságio...

As "bifas" acham-me mais piada que as "tugas". Não sei se é por não parecer português (há uns anos uma amiga disse-me que eu tinha um ar british; e também já passei por alemão lol). Cá para mim, isto deve ser presságio: a "mulher da minha vida" provavelmente não será "tuga" :P O que complica a tarefa de a encontrar :P
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